ESTUDO APONTA ATÉ 97% DE CHANCES DE CURA NO MÉTODO EPSiT.

3/20/2018

O EPSiT vem tomando conhecimento e muito ao contrário do que se imagina a técnica minimamente invasiva já é estudada e colocada em prática há mais de 10 anos no exterior.

Com auxílio do Dr Ricardo Lourenço, médico especialista que realiza o método em São Paulo, compartilhamos as pesquisas científicas feitas por orgãos conceituados.

 

O que é o EPSiT:
Método endoscópico (feito por vídeo) utilizado a aplicação natural do VAAFT, desenvolvido para tratamento de fistulas perianais ao tratamento da doença pilonidal. O VAAFT consiste na introdução de um fistuloscópio de Meinero, com um eletrocautério, um delgado instrumento ótico conectado a uma microcâmera que possibilita iluminar e visualizar internamente o cisto e seus trajetos por completo. As vantagens por ser uma técnica minimamente invasiva (sem aquela ferida aberta) são: rápida cicatrização, retorno às atividas precocemente,sem dor e melhor técnica atualmente em relação a cura.

 

COLORECTAL DISEASE: Estudo realizado com 250 pacientes comprovando 94,8% de cura.

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Revista JAMA: Neste artigo da conceituada revista JAMA, (ensaio clinico randomizado – artigo altamente confiável) com 145 pacientes, evidenciou-se um retorno ao trabalho num tempo bem menor do que no grupo de tratamento convencional (média de 1,6 dias para EPSiT), menor número de infecções pós-operatória (1,3% EPSiT versos 7,2% convencional), além de menor dor e maio grau de satisfação no pós operatório. 

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Jornal Of Society Of Laparoendoscopic Estudo realizado em 2015, com 77 pacientes (69 homens e 8 Mulheres), apenas 8% precisaram de analgésicos na primeira semana, retorno ao trabalho em 3 dias e cicatrização de 15-26 dias. Foi evidenciado 97% de sucesso.

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Journal Of Pediatric Surgery: Estudo comparando o EPSiT com o método fechado em crianças. Analisaram um total de 21 casos submetidos a EPSiT e 63 casos no FECHADO, ambos com características demográficas similares.Recidiva: 2 EPSiT x 13 FECHADO.

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Neste artigo, 19 pacientes submetidos ao EPSit (sendo 9 paciente com cisto pilonodal recorrente) não houve readimissão pós-operatória, retornaram imediatamente às atividades diária.

 

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Estudo feito em 2012 com 11 pacientes, acompanhamento no período de 6 meses sem nenhuma complicação ou recorrência. Retorno às atividades em 4 dias.

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Estudo realizado com asiáticos com excelentes resultados.

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Para saber mais sobre a técnica no Brasil, acesse: www.cistopilonidal.org/epsit

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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